ARTIGO: Celebridades partilham as suas histórias sobre a menstruação

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Qual é a coisa mais embaraçosa que já vos aconteceu durante o vosso período? Aposto que não precisas de pensar por muito tempo, porque, vamos enfrentá-lo, todos temos uma história. Mas para mostrar que não és apenas tu, pedimos a mulheres incríveis que conhecemos de todos os sectores da vida para compartilhar abertamente as suas histórias de período, para que possamos esmagar estes tabus de uma vez por todas – e encorajar as mulheres a falar mais sobre a sua menstruação abertamente.

“Comecei o meu período aos 12 anos. Estava na casa da minha melhor amiga e começamos as duas a correr e a gritar sem saber o que fazer. Felizmente tinha a minha mãe e as minhas duas irmãs mais velhas com as quais sempre falei abertamente. Todas educaram-me sobre tampões e pensos higiénicos e as diferentes formas e tamanhos. Então já sabia o que fazer e o que eram. Pode ser muito confuso ao inicio.

Tive períodos muito dolorosos e pesados ​​ao crescer. Então tive que estar sempre preparada e pronta para tudo, pois o meu período era mais longo de que o normal. Costumava ter muitas dores e cólicas até ficar doente, às vezes resultava numa ida ao hospital.

Houve um mês em que estava no meio de fazer os meus exames GCSES. Senti a dor a começar pela manhã e pensei que fosse passar. Estava a meio do meu exame GCSE de Belas Artes comecei a vomitar por cima do meu trabalho. Caí ao chão e fui mandada para casa e felizmente tive tempo extra para a peça de arte. Isto era bastante embaraçoso na altura. Ao olhar para trás agora, queria ter dito que fazia parte da peça de arte lol.

Agora sou mais velha (29 anos) e vejo que é NORMAL. E uma coisa que temos que lembrar é que cada mulher tem um período diferente. Então, nunca fiquem envergonhadas se algo acontecer. Já saí de aulas numa cadeira de rodas aos 15 anos. Tenho o meu período no palco e tive que colocar uma camisa à volta da cintura e continuar. Recentemente estava num evento muito elegante e estava a conversar com algumas pessoas e ao tirar o meu telefone da mala acabei por puxar para fora um tampão. Comecei a rir, porque realmente não importa.

É o que é e é uma grande parte de crescer e de ser uma mulher.  E saber que o corpo de cada mulher é diferente e lida com dor, cãibras, um sangramento diferente. Então, descubre o que é melhor para ti. E fica limpa!”

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